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Alguns cuidados para evitar o cibercrime

30 novembro 2012 Nenhum comentário

Cibercrime é a prática de burlar segurança de computadores, redes e sistemas virtuais. Hoje, o computador, celulares e outros dispositivos móveis podem tanto ser o alvo, quanto a arma de ataque. Diversas atitudes podem ser consideradas cibercrime: disseminação de vírus, fraudes bancárias, violação de propriedade intelectual, invasão de sites e contas, ofensas via internet, pornografia infantil, entre outras.

Um estudo recente realizado pela Norton/Symantec levantou dados interessantes e um pouco preocupantes sobre esse tipo de crime no Brasil e no mundo:


·        R$ 16 bilhões por ano é o valor do prejuízo causado por cibercrimes;
·        O Brasil é o 3° país mais afetado do mundo por cibercrime, na sua frente estão a China que tem prejuízo de R$92 milhões e os EUA com uma perda de R$42 milhões;
·        75 % dos brasileiros já foram vítimas de algum tipo de cibercrime;
·        A média global de ocorrência de cibercrime é de 67 %;
·        23 % dos entrevistados no Brasil já tiveram seu perfil invadido;
·        32 % das empresas brasileiras já sofreram algum tipo de crime virtual;

São números reveladores. Mas essa mesma pesquisa também apontou alguns dados sobre nossos descuidos na rede. Cerca de 67 % dos usuários de dispositivos móveis dispensam o uso de um antivírus para navegação. Outra precaução quanto ao uso de dispositivos móveis é o bloqueio dos aparelhos, isso pode evitar possíveis invasões.  Evitar acessar contas de banco, ou outros aplicativos e sites que exijam informações importantes, quando se está conectado em uma rede Wi-Fi gratuita ou sem proteção, também pode ser uma prática recomendada. 24 % dos entrevistados afirmaram já ter fornecido informações quando conectados a uma rede desconhecida.

Já em relação aos desktops e laptops, 83 % das pessoas instalam antivírus. Porém, é importante lembrar que o antivírus não é o único cuidado que devemos ter. Devemos estar atentos aos locais para onde fornecemos informações na rede e em que links estamos clicando. Verifique se o site tem aquele “cadeadinho” de certificação HTTPS. E fique sempre atento às informações que você disponibiliza na rede.

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