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O perfil do consumidor online está mudando. Você está atento a essas mudanças?

30 agosto 2011 Nenhum comentário

Dois fatores importantes diferem as compras e os compradores online de hoje das realizadas há alguns anos atrás. O primeiro foi a entrada da chamada nova classe média nesse universo do e-commerce, que até o final do primeiro semestre, já representa 61% dos usuários que fizeram a primeira compra pela internet. O segundo fator refere-se aos artigos comprados. Antes, os brasileiros compravam produtos de valores baixos como livros, CDs e DVDs; e hoje, de acordo com a e-Bit, os consumidores já se arriscam mais comprando artigos de esporte, peças automotivas, eletrodomésticos e até acessórios de moda.

De acordo com relatório da e-Bit apresentado na 24ª WebShoppers, 4,02 milhões de consumidores fizeram a primeira compra no online no primeiro semestre deste ano, sendo que 2,5 milhões declararam renda familiar igual ou inferior a R$3 mil mensais. Em 2010, do total faturado pelo comércio eletrônico, 35% veio de compradores da nova classe média, cujo tíquete médio de compra foi de R$314.

O que auxiliou no ingresso desse novo consumidor no meio online é a segurança na hora da compra, uma vez que as referências de pessoas próximas sobre os sites são cada vez maiores e mais frequentes. De acordo com a e-Bit, 69% dos usuários realizam suas compras de um computador pessoal e 27% usam a máquina do trabalho. Com essa segurança, os consumidores têm comprado cada vez mais produtos mais caros como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos informática. No primeiro semestre de 2011, a categoria de eletrodomésticos representou 13% do total de pedidos, artigos de informática 12% e saúde, beleza e medicamentos, 11%.

A facilidade do pagamento também foi decisiva para a mudança do perfil do consumidor online, já que a possibilidade de adquirir peças de alto valor aumenta de acordo com a quantidade de parcelas que se pode dividir. Porém, a principal causa do ingresso dos consumidores da nova classe média no e-commerce é o aumento do acesso a computadores e à internet banda larga. Mas é claro que não se pode esquecer da comodidade, já que muitos usuários escolhem as lojas virtuais para não precisarem sair de casa.

O futuro é promissor! Para o final de 2011, a expectativa de faturamento total do e-commerce é de R$18,7 bilhões, sendo que 35% a 40% serão provenientes dos consumidores da nova classe média, de acordo com dados da e-Bit. Só no segundo semestre, espera-se faturamento de R$10,3 bilhões vindos de compras online e aproximadamente 29 milhões de pedidos. Até dezembro de 2011, a ideia é que o Brasil alcance os 32 milhões de e-consumidores.

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